Avaliação funcional cutânea por infravermelho como ferramenta complementar para análise funcional da dor e da circulação.
A avaliação térmica cutânea por infravermelho utiliza sensores capazes de registrar a radiação infravermelha emitida pela pele, permitindo a análise de padrões térmicos relacionados à microcirculação, atividade metabólica superficial e função vasomotora cutânea.
Por ser uma técnica não invasiva, sem contato físico, sem contraste e sem radiação ionizante, pode ser utilizada como ferramenta complementar para documentação funcional e acompanhamento clínico, sempre integrada à avaliação médica.
Além de ser um exame totalmente seguro, pode ser realizado em diferentes perfis de pacientes, quando indicado, incluindo gestantes, idosos e crianças, por não utilizar radiação ionizante, contraste ou contato físico.
A termografia funcional infravermelha é um método não invasivo, sem contraste, sem contato físico e que não utiliza radiação ionizante.
O exame é feito por meio de filmagens com câmeras termográficas, evitando qualquer tipo de contato físico com o paciente.
A Termografia Médica é feita por meio de imagens térmicas, por isso não dói e leva apenas alguns minutos.
É uma avaliação não invasiva que utiliza imagens térmicas para registrar padrões de temperatura da pele. Esses dados podem auxiliar a avaliação funcional de dor, circulação, atividade inflamatória superficial e resposta terapêutica, sempre como ferramenta complementar à avaliação clínica.
Serve como ferramenta complementar para documentar padrões térmicos cutâneos relacionados à microcirculação, função vasomotora, atividade metabólica superficial e resposta autonômica. A interpretação deve ser feita por profissional habilitado e correlacionada ao quadro clínico.
Pode ser solicitada como exame complementar em contextos clínicos nos quais o profissional de saúde deseje documentar padrões funcionais relacionados à dor, perfusão, inflamação superficial, alterações neurovasculares, acompanhamento de lesões, evolução clínica ou resposta terapêutica.
No dia do exame, é necessário seguir algumas recomendações para que os resultados sejam efetivos. Entre eles estão: não fazer massagens ou terapias que aqueçam ou esfriem o corpo, evitar banhos muito quentes, não usar cremes, pós ou pomadas em excesso e não usar sutiã ou roupas apertadas.
A Termografia é um método seguro, não invasivo, sem contraste e sem contato físico, que não utiliza radiação ionizante, podendo ser feito por qualquer pessoa, incluindo crianças, idosos e gestantes.
O exame é feito por meio de uma filmagem e não dura mais do que 30 minutos. Funciona assim: o paciente se posiciona em frente a uma câmera termográfica, o médico registra essas imagens e avalia pelo calor.
O exame leva em torno de 20 a 30 minutos, no máximo.
A repetição do exame vai depender muito do problema do paciente e do médico que o acompanha. Pode ser feita no início e no fim do tratamento, ou em eventuais dúvidas para modificação do método.
Não. A avaliação funcional não substitui exames laboratoriais, exames de imagem, exame físico ou avaliação clínica. Seu papel é complementar, oferecendo documentação funcional adicional.
Não. A avaliação funcional das mamas não substitui mamografia, ultrassonografia, ressonância magnética, biópsia ou avaliação mastológica. Ela pode documentar padrões funcionais e termovasculares que devem ser interpretados como informação complementar, sempre dentro do contexto clínico e dos exames recomendados pelo médico assistente.
Por se tratar de um exame não-invasivo, pode ser feito a partir dos vinte anos de idade, a cada três anos. Em seguida, a partir dos trinta, anualmente.
O valor da Termografia Médica é compatível com uma Tomografia ou até uma Ressonância, dependendo do lugar que o paciente vai fazer.
O diagnóstico da fibromialgia é clínico. A avaliação funcional pode contribuir com documentação funcional complementar de padrões autonômicos, neurovasculares e musculoesqueléticos, quando indicada pelo profissional assistente.
No esporte, a avaliação térmica pode auxiliar na documentação de assimetrias funcionais, sobrecarga regional, resposta pós-treino e evolução de processos inflamatórios superficiais, sempre como ferramenta complementar à avaliação clínica e biomecânica.