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Novembro Azul: Homem é mais resistente à dor?! Não sofra calado.

admin |10 nov, 2014

Novembro Azul: Homem é mais resistente à dor?! Não sofra calado. | InfraRedMed

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Neste mês de novembro, mês da saúde do homem, a dor é um tema que deve ser lembrado. Algumas dores são mais prevalentes em homens do que em mulheres, como: gota, espondilite anquilosante e a doença coronariana. Porém, a dor pélvica crônica (DPC), que pode estar localizada entre a região abaixo do umbigo, pube, testículos, raiz das coxas e glúteos pode apresentar intensidade suficiente para interferir na relação sexual e atividades habituais do homem e exigir ajuda médica.
A DPC é desgastante tanto para o paciente quanto para o médico, e não raro os faz percorrerem atrás de dezenas de outros profissionais da saúde e por procedimentos cirúrgicos em busca de ajuda para lidar com seu martírio.
Diversas são as possíveis causas deste tipo de dor, dentre elas:
  • cirurgia abdominal ou pélvica anterior, como da próstata, bexiga e quadril;
  • aderências cirúrgicas;
  • lesões de nervos da parede abdominal (ilioinguinal);
  • postura inadequada com acentuação da lordose lombar e cifose torácica;
  • falta de condicionamento muscular, acarretando em alterações musculoesqueléticas, desequilíbrio pélvico e hipertonicidade de certos músculos (piriforme, íliopsoas);
  • doença inflamatória dos intestinos, diverticulite, hérnia inguinal, tumores, cálculos renais, lesões da uretra, dor lombar baixa, compressão de nervos;
  • lesões relacionadas à atividade física e esporte (pubalgia, dor na virilha).
câncer de próstata, em geral não apresenta sintomas até que atinja um tamanho considerável, por isso sua avaliação periódica após 50 anos é recomendada. Sintomas como dor lombar, problemas de ereção, dor na bacia ou joelhos, sangramento pela uretra podem ser suspeitos.
O exame clínico é fundamental para esclarecer a causa mais provável, contudo muitos destes pacientes são sofridos, passam geralmente, por diversos médicos referindo o mesmo problema. Na maioria das vezes, o exame físico mostra apenas um desconforto subjetivo e uma atitude resistente do paciente à avaliação, especialmente quando exames complementares como ultrassonografia, tomografia, urografia excretora, colonoscopia resultam normais, isto é, não trazem uma alteração anatômica que explique a dor e muito menos câncer.
Um novo equipamento completa o arsenal diagnóstico do médico, e traz uma luz para este tipo de problema, se trata da termografia por infravermelho, também conhecida como termometria cutânea. Ela permite por meio de imagem térmica de alta sensibilidade avaliar a dor e identificar a causa nos casos em que não se encontram alterações anatômicas. Totalmente seguro, sem contraste, sem radiação e sem contato, o aparelho faz uma varredura de corpo total em busca de inflamação, lesão muscular e de nervos. Isto permite obter um caminho mais efetivo no tratamento da dor.
A realização da termometria cutânea é bastante segura para o paciente, não há contraindicações para gestantes, crianças ou idosos, nem problema quanto ao uso de marca-passo ou próteses. O agendamento do exame pode ser feito em qualquer uma das unidades mais próxima de você.
AVISO IMPORTANTE:
O conteúdo deste site é de caráter educativo e não deve ser considerado consulta médica, provável diagnóstico ou tratamento recomendado. Todas as imagens com pacientes e terceiros têm sua autorização escrita.
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